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20 de janeiro de 2008

SHAR PEI


SER SHAR PEI É:
-Aprender rapidamente os hábitos de higiene
-Gostar de ficar deitado ao lado dos donos, na maior tranqüilidade.
-Nada de grandes agitos e correrias.
-Dar-se bem com pessoas estranhas
-Nem sempre gostar de outros cães, herança das raças de luta
-Viver bem em lugares grandes ou pequenos
-Ser caseiro, de fácil adaptação
-Não precisar de mais de 15 minutos de passeio por dia
-Latir pouquíssimo
-Gostar de crianças, ainda que canse logo e não agüente horas de folia
-Chamar atenção onde quer que esteja
-Conquistar corações com um jeito especialmente envolvente e cativante.

30 de novembro de 2007

FOX PAULISTINHA

Um cão alegre, disposto, alerta e desconfiado com estranhos
O Fox Paulistinha tornou-se um cão muito popular no Brasil por ser extremamente inteligente, valente, com muita resistência física, ágil e veloz, ótimo cão de guarda e alarme, sendo também muito leal e dedicado ao dono. Ele é alegre, disposto, alerta, e apesar de carinhoso com o dono e familiares, é bastante desconfiado com estranhos.O Terrier Brasileiro não é de ficar muito parado e tem movimentação saltitante, solta, com passadas curtas e rápidas, que são características da raça.A pelagem é curta, lisa, de textura fina e colada ao corpo. A cor é predominante branco, com marcações em preto e ou marrom.Na aparência geral o Terrier Brasileiro é um cão de porte pequeno, harmônico, de formas curvilíneas, com ossatura firme, mas não pesada. A cauda é geralmente amputada. A cabeça é muito expressiva, com focinho afilado e orelhas inseridas altas e dobradas para frente.
pesquisa uol / fox paulistinha

10 de novembro de 2007

AIREDALE

Ele é o maior dos Terriers e por suas qualidades há quem o considere o rei entre todos eles. A versatilidade deste cão de porte médio, cauda empinada e pêlo duro, impressiona quem não o conhece muito bem.
Pouco divulgado no Brasil, o Airedale atual é uma raça recente, aprimorada na Inglaterra há cerca de 100 anos. Seu desenvolvimento veio do cruzamento entre um extinto Terrier de trabalho e o Otter Hound, cão de apurado faro e incontestável habilidade em nadar. A combinação destas características com a agilidade, a coragem e a aguçada visão e audição dos Terriers proporcionou um resultado que não poderia ter sido mais feliz.
Exímio caçador, função para qual foi criado, é eficiente na caça terrestre de grandes animais e na aquática. Ótimo nadador atua em regiões pantanosas e em águas mais profundas e de correntezas agitadas.

FOX TERRIER PÊLO DURO


UM CONQUISTADOR
Este cão que combina coragem com graça, beleza com inteligência e alegria com dignidade, tem seduzido de modo especial muita gente. Se em um primeiro contato ele já chama a atenção por sua bonita pelagem, crespa e dura, aparada de forma a deixar uma charmosa barbicha no queixo e grossas sobrancelhas, há algo nele que vai muito além e consegue conquistar definitivamente quem com ele convive.




uol bichos

27 de outubro de 2007

BOXER



COMO ATUA AO FAZER A GUARDA
Que o Boxer é companheiro e protetor ninguém duvida. Mas será que ele é realmente capaz de agredir um intruso para defender o dono?
Ele une o útil ao agradável. É definido como alerta, corajoso, autoconfiante, forte, veloz e determinado. Tem uma extraordinária devoção à família, um instinto de proteção excepcional. A afeição que dedica às crianças é mundialmente conhecida. Quem convive com o Boxer percebe logo a sua boa índole e que age com as pessoas de fora sem a mesma agressividade que faz a fama das raças de guarda mais ostensivas.
Ao deparar com um estranho no portão, o Boxer costuma apenas observá-lo atentamente enquanto não se sentir ameaçado. Mesmo ao perceber algo suspeito não toma atitudes totalmente agressivas de início: prefere dar o alarme, latindo. Quando o visitante é bem recebido pelo dono, pode até mostrar-se amistoso e receptivo. Nada a ver com a reserva e desconfiança que conviria a um guardião linha-dura.
Atitudes como essas chegam a colocar em dúvida a sua eficiência para a guarda. "Entre os cães classificados como de guarda, é no Boxer que deposito maior confiança para deixar junto à minha filha e à minha família. Mas apesar de todos os livros e revistas ressaltarem as habilidades da raça como guarda, quando visito conhecidos que têm Boxers, vejo que os seus cães não tentam me intimidar. Por que então atacariam um intruso qualquer?", perguntou a Cães & Cia o leitor Marco Aurélio Ciarlini Vollner, capitão da Polícia Militar da Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, à procura de um guardião para proteger o lar dele. "O Boxer tornou-se um cão de família; não sei se pode ser considerado de guarda", questiona o responsável por assuntos externos do The Kennel Club (TKC), Brian Leonard, que nunca teve um Boxer. Há até quem se recuse a vender Boxers para guarda. "Conheço uma criadora que se indignou quando um comprador lhe pediu um Boxer para fazer guarda e mandou-o procurar um canil de Pastores Alemães", queixa-se a presidente da Sociedade Paulista do Boxer e criadora da raça há onze anos pelo Canil Macorê, em Embu das Artes, Regina Coloneri. "Cheguei a duvidar da capacidade da minha primeira Boxer para guardar a casa e atacar intrusos, mas estava enganada", enfatiza Sonia Bloes, que começou como simples proprietária de um exemplar da raça e hoje a cria em seu Canil Emery Bowen, de Itapetininga, SP.
uol bichos

22 de setembro de 2007

CHINESE CRESTED DOG



O CURIOSO CHINESE CRESTED DOG
Pelado e peludo: ambos nascem em uma mesma ninhada e são fundamentais para garantir o equilíbrio da raça através das gerações.
Pode ser surpreendente, mas tanto esses cães pelados de topete como os totalmente peludos são variedades de uma mesma raça, o Chinese Crested Dog. Uns têm apenas pêlos na cabeça, nos pés, na extremidade da cauda e, eventualmente, um pouco no dorso, enquanto que os outros são totalmente cobertos e têm aparência diferente entre si, qualquer coisa entre um Shih-Tzu miniatura e um grande Tibetan Terrier ou até mesmo um Afghan de proporções reduzidas.
uol bichos

10 de agosto de 2007

COYDOG



Personalidade nervosa
O Coydog é uma raça híbrida do cão doméstico e do animal conhecido como chacal selvagem. Este cruzamento resultou em um cachorro bastante robusto e com temperamento forte, ainda hoje sendo estudado por especialistas da área. A raça geralmente tem olhos muito profundos e com boa visão, pelagem não muita longa, mas que está adaptada ao frio rigoroso. Não apresenta distúrbios graves de saúde. O grande problema desse cruzamento é o temperamento. Alguns proprietários relataram que quando seus Coydogs eram filhotes pareciam dóceis e amáveis, mas quando cresceram ficaram com uma personalidade nervosa. Não gostam muito de brincar e de ser companheiros. Em alguns casos, mostraram-se inclusive um pouco ameaçadores, pois têm grande rapidez para morder e o fazem sem grandes motivos. Essas características têm deixado os criadores da raça um pouco preocupados demonstrando que o cachorro pode não ser uma boa escolha para um animal de estimação. O Coydog tem porte médio e costuma viver cerca de 15 anos. Aparece em diversas cores, mas as mais comuns são as tonalidades de marrom.
Origem
Acredita-se que a raça seja a mistura do cão doméstico e o chacal. Entretanto, alguns estudiosos dizem que é praticamente impossível essa união por serem diferentes as épocas de acasalamentos desses animais. Como se pode perceber, ainda existem poucas informações sobre o Coydog.
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30 de julho de 2007

MASTIFE


Um cão eficiente na guarda com estranhos
O Mastife Inglês apesar de ser um cão de caça, ele tem boa índole, é dócil com os seus e eficiente na guarda com estranhos. O correto comportamento desse cão poderia ser definido como mais digno do que alegre e nunca deve mostrar timidez.Sua pelagem é curta e assentada.A cor pode ser: abricó, leonino, leonino prateado ou leonino tigrado escuro (variações do leonino, fulvo). O focinho, orelhas e nariz são pretos e os olhos ilhados de preto.Na aparência geral, ele é grande, massivo, denotando grandeza e dignidade. Os machos têm aparência mais massiva, mas mesmo assim as fêmeas são proporcionalmente muito estruturadas. Sua cabeça lembra um cubo. A largura na proporção crânio / focinho 1: 2 é um item importante. Os membros são bem afastados e aprumados e músculos claramente definidos.
Origem e História
A palavra "Mastiff" na Inglaterra, país de origem destes cães, na verdade descreve mais um grupo de várias raças gigantes do que uma simples raça.É impossível saber qual das raças de Mastifes é mais antiga e qual delas é a base de formação para as outras. Supõe-se que o grupo tenha se originado na Ásia. Desenhos de típicos Mastifes datados de 3000 A. C. foram encontrados em monumentos egípcios e existem referências em documentos escritos em data próxima a 1121 A. C.César os descreve por época da invasão da Inglaterra em 55 A. C., onde esses cães valentes lutavam ao lado de seus mestres no combate às legiões Romanas.Com a dominação romana esses cães de briga foram levados da Inglaterra para Roma, onde derrotavam invariavelmente as várias outras raças nos Circos. Foram postos à prova também contra gladiadores humanos, touros, ursos, leões e tigres.Na Inglaterra só em 1835 as lutas entre cães foi proibida. Mesmo assim sempre existiram e ainda existem muitos adeptos desse tipo absurdo de "esporte", mas hoje, na maioria dos casos, ele é usado como "cão de coleira", (preso de dia e livre a noite). Não é de hoje que ele é amplamente usado como protetor dos lares e sabe-se que este gigante vem sendo usado na Inglaterra como cão de guarda por mais de 2000 anos.
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26 de julho de 2007

DACHSHUND


DACHSHUND OU TECKEL

BAIXINHO DE RESPEITO
Não tem uma pessoa que não se sinta atraída pela simpatia desse cãozinho. Com o olhar esperto e o corpo alongado, que parece um salsichão, ele é atraído principalmente pelas crianças.
Um cão extremamente inteligente, charmoso e com olhar esperto. Esse é o dachshund ou teckel, como é conhecido. O nome teckel ganha cada vez mais espaço, inclusive o nome do Clube do Dachshund do Estado de São Paulo, já foi modificado para Clube do Teckel do Estado de São Paulo.
A origem da raça é a Alemanha, onde lidera em número de filhotes registrados.
À teimosia e obstinação de caçador, o Teckel contrapõe carinho e devoção à família e paixão pelo dono. Destaca-se pela alegria, vivacidade, inteligência e coragem.
É preciso saber se impor, para que ele obedeça. É preciso deixar bem claro que o chefe é você, senão ele assume o comando, mas não se deve gritar com ele para que ele não se torne um cão agressivo. Quanto mais idade ele tiver, mas ficará obediente.

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14 de julho de 2007

HUSKY SIBERIANO

PADRÃO DE RAÇA Bruno Tausz Padrão .
Origem: EUA;Nome de origem: Siberian Husky;Utilização: cão de trenó de cargas leves.Classificação FCI -- - grupo 5 - Cães Spitz e Tipo Primitivo; - Seção 1. - Cães Nórdicos de Trenó;
ASPECTO GERAL - um cão de trabalho, de porte médio, rápido, ágil, fluente e gracioso em ação. Seu corpo, moderadamente compacto, pelagem densa, orelhas eretas e cauda em pincel, revelam sua herança nórdica. Sua movimentação característica é suave e sem esforço aparente. Sua performance original, no arreio de trenó é muito eficiente, transportando cargas leves, a uma velocidade moderada, atravessa de grandes distâncias. As proporções e formas de seu corpo, refletem esse equilíbrio básico entre a velocidade, força e resistência. Os machos da raça Husky Siberiano são bem masculinos mas, nunca grosseiros, as fêmeas, bem femininas, sem fragilidade estrutural. Em condições ideais, com sua musculatura firme e bem desenvolvida, o Husky Siberiano não transporta peso excessivo.
TALHE
- altura na cernelha: machos de 53 cm a 60 cm. Fêmeas, 51 a 56 cm.
-
- comprimento: (padrão não comenta). - peso: machos: 20,5 a 27 quilos e fêmeas, 16 a 22 quilos.
TEMPERAMENTO
- o temperamento característico do Husky Siberiano é amigável, gentil, mas também atento e expansivo. Não demonstra as qualidades possessivas do cão de guarda, nem é desconfiado com estranhos ou agressivo com outros cães. Algumas atitudes de reserva e dignidade podem ser esperadas de um cão amadurecido. Sua inteligência, tratabilidade e boa disposição, tornam-no uma companhia agradável e um cão disposto ao trabalho.
PELE
-PELAGEM
- dupla, de comprimento médio, aparência bem peluda, sem ser longa a ponto de empanar o contorno bem definido do cão. Subpêlo macio e denso, de comprimento necessário para armar a pelagem de cobertura. Os pêlos são retos, suavemente assentes, uniformes, sem ser ásperos ou eriçados. A ausência de subpêlo durante a época da muda é normal. é permitido aparar os bigodes e tufos entre os dedos e em volta das patas para apresentação mais elegante. Em qualquer outra parte do cão a tosa não deve ser tolerada devendo ser severamente penalizada.

COR
- do preto ao branco puro, todas as cores são permitidas. A variedade de marcações na cabeça é comum, incluindo muitas combinações, não encontradas em outras raças.

saúde animal

11 de julho de 2007

DREVER

O schwedische Dachsbracke, comumente chamado drever, é um sabujo de grande qualidade, excelente para todo tipo de caça: raposas, lebres, javalís. Possui um excelente olfato e boa voz; esta última é uma condição sumamente importante.
Sobre as origens da raça não existem notícias precisas. Pertence, evidentemente, ao grupo de bassets difundido por toda Europa central e paises escandinavos, cujo tipo difere dos bassets franceses.
O seu standard foi redigido em 1947: é, portanto, oficialmente, uma das raças suecas mais jovens, embora derive de cães mais antigos. O drever Klubben sueco foi e é muito ativo.

SAÚDE ANIMAIS

9 de julho de 2007

PORCELANA


( Porcelaine )
A sua origem é muito antiga e bastante controvertida: os cinófilos
suíços afirmam que o porcelana é originário do seu país, enquanto que os franceses mantêm-se firmes na convicção de que se trata de uma raça nacional. O certo é que o porcelana foi difundido durante muito tempo tanto na França como na Suíça; dai as discussões. Há também aqueles que afirmam que desde 1845 falava-se na França do porcelana como de um sabujo muito comum, enquanto que na Suíça somente encontram-se vestígios a partir de 1880, data em que constituíram as matilhas modernas.
Depois das revoluções de 1789 e de 1830 reuniram-se os bons exemplares ainda disponíveis, para poder salvaguardar a pureza da raça e reconstituí-la numericamente. Não foram poucos os exemplares recrutados nas proximidades da fronteira da França com a Suíça. Pouco a pouco a raça melhorou, graças ao cuidado constante e apaixonado dos criadores, e pronto conseguiu numerosos aficionados, mesmo no estrangeiro, especialmente entre os ingleses, que se dedicavam à caça com sabujo. Trata-se de um cão muito lindo. O seu nome provém da pelagem cujos reflexos brilhantes o assemelham à porcelana.

saúde animal

6 de julho de 2007

BICHON BOLONHÊS


É parente do maltês, e o mais provável é que descenda dele. Não foi exposta nenhuma outra teoria a este respeito, pois a bibliografia italiana e a estrangeira, dão escassas notícias sobre este gracioso cão de luxo. De qualquer maneira, esta fora de dúvida, que o seu país de origem é a Itália e mais precisamente, a cidade de Bolonha, que lhe deu o nome, sendo as suas origens remotas: já nos séculos XI e XII eram apreciados especialmente pela graça e beleza.
Em 1668, Cosme de Médicis enviou à Bélgica oito pequenos cães bolonheses e encarregou o coronel Alamanni que os oferecera em seu nome a alguma notabilidade de Bruxelas. Isto confirma , uma vez mais, o valor deste cão que naqueles tempos constituía um presente refinado, de bom gosto, muito em voga no ambiente diplomático. Quadros célebres retratam cães de aspecto muito parecido com o bolonhês atual, com a diferença de que antes a cor era quase sempre o banco e preto, enquanto que hoje se exige que a pelagem seja rigorosamente branca.
PADRÃO DA RAÇA: Bruno Tausz
ASPECTO GERAL: de pequeno porte, tronco conciso e compacto, revestido de pelagem branco puro, longo e rebelde.

SAÚDE ANIMAL

BASSET FULVO DA BRETANHA


(BASSET FAUVE DE BRETAGNE)
A sua origem é a mesma do grande griffon fauve. Posteriormente, no entanto, sofreu numerosos cruzamentos, especialmente com o basset vendéen.
O basset fulvo da Bretanha é parecido com a raça da qual deriva nas características essenciais da cabeça a quantidade de pêlo, a cor e a posição da cauda mas, obrigado a caçar numa região caractericada por vastos pântanos e abruptas ladeiras, procurou-se desenvolver nele características físicas muito particulares, principalmente no que se refere à estatura, nunca inferior aos 32 cm, nunca superior aos 36.
Conserva a coloração unida da família, com uma só mancha branca no peito ou no pescoço, embora não se encoraje essa partucularidade.
Tradicionalmente, estes cães caçam em grupos de quatro.
PADRÃO DA RAÇA- Bruno Tausz -
Padrão FCI Nº 36 / 11.04.1997/ GBOrigem: França.Data da publicação do Padrão original válido: 24.06.1987.Utilização: Sabujo.Classificação FCI: Grupo 6 – Sabujos e Cães de Pista de SangueSection 1.3 Sabujos de pequeno porte.Com prova de trabalho.
ASPECTO GERAL: o basset parece a raça da qual é originária pelas características da cabeça, textura da pelagem, cor e porte de cauda. Trabalhando em florestas cerradas e regiões escarpadas, eles têm que ser pequenos, sabujos alertas, têm que ser baixos troncudos e atarracados mantendo a aparência típica do basset. Membros anteriores ligeiramente arqueados ou quase retos. O sabujo é bastante lépido para seu tamanho.

saúde animal

BASSET AZUL DA GASGONHA

Trata-se de um sabujo com características psicofísicas de grande mérito, acompanhadas de um porte muito nobre. Pouco sabe-se das suas origens: parece que os seus antepassados seríam os bleu de Gasgonha de maiores dimensões, alguns dos quais foram submetidos a cruzamentos sucessivos, até a fixação definitica da nova raça. A raça renasce no final do século 19, incentivados por alguns caçadores do oeste. Desde então, sua evolução tem sido constante tanto no plano do melhoramento morfológico como na preservação de suas qualidades de cão chamado “sulista”.
PADRÃO DA RAÇA: Bruno Tausz
Padrão FCI nº 035 /02.02.1998/ FOrigem: França.Data da publicação do Padrão original em vigor: 24.01.1996.Utilização: para a caça a tiro, às vezes de trilha, pode caçar individualmente ou em matilha. Sua caça predileta é o coelho e a lebre.Classificação F.C.I: Grupo 6 – Sabujos e Cães de pista de Sangue Seção 1.3 – Sabujos de pequeno porte. Com prova de trabalho.
ASPECTO GERAL: basset bem típico revelando a grande raça da qual descende; bem corpulento, sem ser muito rústico.
PROPORÇÕES IMPORTANTES:Talhe/Comprimento do tronco - Em torno de: 5/8Profundidade do peito/Talhe - Em torno de: 2/3
COMPORTAMENTO / CARÁTER: Olfato muito apurado. Ativo, ágil e perseverante. Dedicado na sua tarefa de caçador; dotado duma bela voz de urrador. Se adapta facilmente à matilha. Afetuoso, e alegre com quem necessita de se submeter.

BASINJI

Antiqüíssimo cão, originário do Congo, imprevistamente ascendeu às honras da criação inglesa no último pós-guerra. O fato é que exinte em muitas tumbas da quarta disnatia egípcia, no ano 3600 A.C., um basenji deitado junto ao assento do dono, o que demonstra a antiguidade desta raça.
Depois do acaso do poderio do império egípcio não houve mais notícias desta raça, que se considerou extinta. EM 1870, os cães foram encontrados no território compreendido entre o Sudão e o Congo, que só então começava a ser explorado pelos europeus. Os indígenas prestavam-lhes cuidados especiais, apreciando-os muitíssimo como auxiliares para a caça. O cinólogo Arbanessi escreveu sobre este cão: "... depois do seu 'redescobrimento', converte-se, obviamente, em objeto de estudo para os homens de ciência, suscita o interesse imediato dos cinófilos, especialmente dos ingleses residentes no Egito e no Sudão, é levado gradativamente à Europa e, logo começa a ser criado ali.
Portanto, não podemos, com certeza, considerar o basenji um cão selvagem. Viveram muitíssimos anos sem contato com outras raças caninas, é certo, mas nunca regressou ao estado selvagem.
Também não podemos compara-lo com o dingo, o cão australiano, levado ali pelos homens, por terra, em tempos remotíssimos, logo voltando ao estado selvagem permanecendo assim muitos milhares de anos. Com o basenji não aconteceu nada parecido, sabiamente criado primeiro pelos egípcios, mais tarde pelos indígenas no Sudão e do Congo."
Conhecido por sua característica de não latir nunca, embora emita um estranho som entre o riso e o "jodel" tirolês, o basenji é considerado progenitor das raças terrier.
Atualmente. Habita em diversas localidades da África central, subdividindo-se em dois tipos: o que vive nas planícies e o que se pode encontrar nas alturas ricas em bosques. A variedade que se cria atualmente na Grã-bretanha seria originária de Kwango no Congo centro-ocidental.
OBSERVAÇÕES: A raça causou sensação quando apresentada pela primeira vez, em 1937, em Crufts, Londres. O dono os chamava "basenji", termo africano para o que é "do mato".
Esta raça gosta muito de legumes e verduras, que devem ser incluídas em sua dieta habitual. As cadelas têm apenas um cio por ano em vez de dois.
Outros nomes: Cão do Congo, barkless dog.
saúde animal

4 de julho de 2007

OS VIRA-LATAS

O vira-lata (Brasil), ou rafeiro (Portugal) é a denominação dada aos cães ou gatos sem raça definida, SRD, como são geralmente referenciados em textos veterinários.
O termo vira-lata deriva do fato desses animais serem comumente vistos andando famintos pelas ruas revirando latas de lixo em procura de algum alimento.
Geralmente os cães e gatos considerados sem raça definida são mestiços, descendentes de diferentes raças.

Outro cão SRD típico
SRD, por outro lado, são todos os cães e gatos que não tem origem definidas em um pedigree que é um certificado emitido por entidades oficiais atestando a ascendência do animal. Para obter um pedigree o animal tem que ter pais com o mesmo certificado. Entidades certificadoras exigem verificação de ninhada e mais recentemente a aplicação de microchips por veterinários. O animal pode ter a aparência de um cão de raça mas só o certificado atesta. Hoje, com o avanço dos exames de DNA, provavelmente há possibilidade de se definir se um cão é de uma determinada raça ou não, mas são exames ainda caros. Nem sempre um SRD é um vira-lata, ou seja um animal abandonado. Se houver qualquer mistura de raça (incluindo a cruza de dois animais de raça ou um de raça e um vira-lata) esse animal já será considerado um SRD. O bonito do vira-lata, é a sua variedade. Voê encontra SRD's de todas as cores e tipos, de todos os temperamentos. Em relação a sua personalidade, pode parecer uma desvantagem o fato de ser variadade, mas para os amantes dos SRD's, essa é a graça. Apesar disso, ainda existem algumas características, como o fato de que costumam ser muito inteligentes e afetuosos, variando de acordo com as característias herdadas.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Vira-lata

13 de junho de 2007

SÂO BERNARDO

Com um rico passado, é um cão envolvido freqüentemente em lendas. Criado talvez a partir do século XII, no hospício de São Bernardo, mantido pelos monges da congregação hospitalar do grande São Bernardo, num desfiladeiro dos Alpes Ocidentais, em território suíço. Há séculos o hospício mantém um canil, colocado ao lado da biblioteca e do museu, onde estão relíquias romanas encontradas nas redondezas. Estes desfiladeiros alpinos foram cruzados por Aníbal, pelos galeses, pelos romanos e sarranos; por eles passaram os papas Estevão II e Leão IX, bem como Napoleão e seus exércitos. Com tal circulação de homens e soldados, sempre acompanhados por seus cães, seria difícil manter a raça em sua pureza, principalmente se considerarmos que no século XIX o hospício passou a ter também funções de albergue. A melhor seleção foi feita por criadores suíços, com um tipo diferente do criado pelo hospício. Já em nosso século os ingleses tentam impor um tipo criado por eles, um cão de porte enorme, mas inferior. Por volta de 1820 a raça esteve a ponto de extinguir-se. O primeiro clube foi fundado em 1887.


melkennel

BASSET HOUNDI´´ não confunda com Beagle``


TEMPERAMENTO E COMPORTAMENTO
Quem tem um Basset Hound em casa sabe da docilidade dessa raça.Ao que parece, não há raça alguma cm a tolerância do Basset Hound. Ainda que se tenha crianças em casa e elas queiram montá-lo ou puxar-lhe as orelhas ou o rabo, ele não terá reação agressiva.
Geralmente, se são agredidos, os cães dessa raça ou correm ou se escondem, mas nunca revidam ou atacam.
Agora, uma coisa no temperamento dos Basset é fácil reconher. Não venha com brincadeiras e corre-corre toda hora, só de vez em quando, pois essa raça curte mesmo uma boa de uma preguiça. Adora descansar e ficar relaxado. Quando acorda, anda um pouco pra lá e pra cá e depois volta para o seu cantinho para dormir. Após o almoço então, nem se fala. Dorme a tarde inteira, mas mostra-se mais ativo quando criado em ambientes espaçosos. Mas é bom que saibam que ele não suporta ficar sozinho. Resistirá no máximo 4 horas sem fazer um escândalo. Não vai parar de latir até que alguém venha "socorre-lo".
Outra curiosidade, é que dificilmente quem compra um Basset Hound, quer devolvê-lo, como acontece com inúmeras raças, pois sua aparência não esconde seu temperamento. Ele é exatamente como parece: meigo e relaxadão.
Seu dono terá que estar sempre motivando-o a se mexer. Terá que incentivá-lo a dar caminhadas para que não tenha problemas de obesidade, pois apetite é o que não falta para esse comilão.
No acasalamento precisará ser auxiliado pois devido as pernas curtas e corpo longo o macho encontra dificuldades para montar na fêmea. Outro detalhe é que geralmente a fêmea costuma se sentar devido ao peso do macho, o que impossibilita o macho acasalar.



UOL BICHOS

SPRINGER SPANIEL INGLÊS

MÚLTIPLAS QUALIDADES
Além de belo, ele surpreende por suas múltiplas qualidades.
"Descobri o Springer Spaniel Inglês ao visitar, pela primeira vez, uma amiga que o criava. Foi só vê-lo que me apaixonei. Fiquei impressionada com tanta beleza e altivez. Havia filhotes e não pude resistir, comprei uma fêmea", conta Maria Georgina Valente do Springplace's Kennel de Campinas-SP, que na época criava três outras raças e hoje tem exclusivamente Springers.
Muito antigo, este cão ajudou a formar praticamente todas as dezenas de raças spaniel (inglês) e epagneul (francês) do mundo, cujo significado é "espanhol", vindas dos tempos em que os espanhóis o usavam para caçar em conjunto com falcões, atraindo o interesse de nobres de toda a Europa. Hábil em localizar e buscar aves, já mostrava ótimo faro, agilidade, resistência na movimentação, rapidez em aprender, disposição ao trabalho e muita vitalidade (spring é saltar, brincar, em inglês), sendo até hoje um excelente caçador.

BICHOS UOL


Enquanto não amamos um animal,uma parte de nossa almapermanecerá adormecida.(Anatole France)